30 de dezembro de 2008

Quais são as suas metas?

É! Amanhã é dia 31 de dezembro. Todo ano, quando falta mais ou menos um mês pra que o mesmo termine, eu penso em pelo menos 3 coisas que desejo fazer e que irei concretizar. O segredo é: focar-se nelas. Agarrar a idéia com toda a força, e não soltá-la por nada. No ano passado, pensei em 5 coisas (três que seriam concretizadas e duas que eu almejo, mas não estava tão certa de que iria consegui-las). Foi justamente as 2 que pensei serem mais difíceis de realizar, que não foram cumpridas. As outras três, que coloquei como meta primordial, tiveram sucesso.
O que penso? Você deve acreditar que está tudo ao seu alcance, pois assim chegará aonde quiser. Mas também, não pode de forma alguma se sobrecarregar. Cada um sabe seu limite e quando temos controle disso, fica muito mais fácil organizarmos planos.Eu sou uma aprendiz em todos os aspectos, mas de algo tenho certeza: qual caminho que devo seguir. Sabendo por onde ir, chegaremos onde esperamos.
E é como diz a sábia Clarice Lispector: " [...] quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação". Um rumo sei que tenho.
Não adianta querermos melhorar através dos nossos erros! Pegar um papel e uma caneta, pensar no que fazemos de errado e anotar o que se deve fazer para não mais cometê-los. Precisamos partir para o novo. Você sempre será você. Não pode mudar, mas pode melhorar.
Pra todos, fica aqui, meus sinceros desejos de um 2009 cheio de planos realizados, metas, anseios de melhoria e muita energia positiva; afinal, você atrai o que transmite.Jamais terá novo ano, se insistirmos nos velhos erros.

NAMASTÊ, 2009!

30 de outubro de 2008

Public Enemy (1931)



Amei ter assistido novamente o filme Public Enemy (1931), que é estrelado por James Cagney e pelo meu amor eterno, Jean Harlow. Eu tenho uma coleçãozinha humilde de filmes antigos, a maioria deles estrelado por Rita Hayworth e pela Harlow... e como eu estava com saudade de ver a minha estrela, resolvi assistir à este. ^^ O filme conta a história de dois amigos que crescem numa cidade pobre dos Estados Unidos. Desde pequenos, frequentam salões de bilhar e fazem pequenos furtos. Estes furtos são vendidos para um receptador de terceira categoria chamado Putty Nose. Quando os dois meninos se tornam jovens rapazes, de dia trabalham com entregas, mas à noite, planejam roubos com Putty Nose. O receptor dá revólveres e dicas aos jovens, para o primeiro grande golpe de suas vidas. Mas algo não ocorre do modo planejado e um cúmplice da pequena máfia é morto. Putty Nose, que jurou protegê-los, deixa a cidade. Então, em 1920, eles fazem amizade com um veterano da área, interprtado por Robert O'Connor; ele diz que a implantação da Lei Seca (o que realmente ocorreu na época), trará à eles muita grana com o comercio ilegal de bebidas. Em pouco tempo Tom e Matt enriquecem e passam a viver de luxo, com ternos e carros de elite da época...mas não termina bem dessa forma. Acho o filme genial porque mostra muito mais que uma grande produção de época. Retrata um fato que realmente fez diferença na história de uma forma belíssima. Pra mim, Hollywood dos anos 30, por incrível que pareça, conseguia ter um pouco de candura. Seus filmes romantizavam mas serviam de espelho, e não de indiretas, como é há bons anos. O Inimigo Público é um ótimo exemplo disso. Nessa época, os Estados Unidos estavam passando por uma crise preocupante e pra acabar com os problemas sociais que os impediam de crescer, decidiram proibir as bebidas alcoólicas. Mas por que justo as bebidas alcoólicas?rs..Provavelmente pelo fato dos EUA terem influência protestante, que inclui a idéia do "Destino Manifesto". Como se os americanos fossem um povo eleito por Deus para guiar o resto do mundo. Então, para sustentar o bom caminho e o correto, a sobriedade deveria ser constituída para a sociedade.


Bom, essa emenda se tornou um verdadeiro fracasso legislativo. O que foi feito pra acabar com os problemas sociais (que eram todos atrelados ao álcool), acabou trazendo muitos outros. A criminalidade explodiu, a máfia enriquecia a cada dia mais e o contrabando se alastrava. Milhares de americanos ignoraram essa Lei seca...quem queria beber mesmo, dava um jeitinho!


Eu estava lendo numa revista de história, da editora Abril, que algumas pessoas de diferentes partes do país, iam para o Canadá e voltavam com caminhonetes e lanchas cheias de bebida. Outras faziam uísque no própiro quintal, e alguns se passavam por padres para obter litros de vinho sacramental. Essa galera se organizou e todo uma demana era atendida de forma organizada, pelos gângsters.


Um dos mais populares foi Alphonse Capone. Quando seu sócio se “aposentou”, deixou Chicago inteira para ele, expandindo o império ilegal para cidades como Saint Louis e Detroit. Embora muitos crimes e assassinatos foram atribuídos a “Al Capone”, ele foi preso por a sonegação de impostos. Este clima da época (máfia, bebidas, luxo fora da lei) foi descrito em diversos livros e filmes com muito glamour. Mas é importante que nós pensemos que muitas dessas obras tendem a romancear para pincelar uma crítica. Transformamos Al Capone em um grande personagem de época,, mas ele era tão perigosos e violento quanto os traficantes de drogas de hoje em dia. Mas enfim, o filme vale a pena pra quem quiser entender um pouco mais sobre o clima do comecinho de 1930...com um toque hollywoodiano super tradicional (que eu amo)!








27 de agosto de 2008

Arte atemporal, como a vida

A sensação de que passado encontra o futuro, existe. Aliás, ambos vivem juntos
O passado na verdade está junto com o presente.Vivemos por passado, nós apenas
sonhamos um futuro como um presente.
Meu senso comum em viver como um ser humano "de verdade" -o qual não existe, foi apenas
montado- desvirtua toda a mágica da qual eu pertenço...quando eu bloqueio meus
pensamentos puros e primários com o pensamento lógico, pra ficar esteticamente aceitável, o
mundo se torna falso. Mas quando volto através do túnel de minh'alma, sinto-me indo pro
lugar de onde eu vim.
...E eu me preservarei dentro do vaso. A beleza macia das flores, o beijo que passou... mas
que ainda está presente.
A palavra q foi dita, mas que ainda posso escutar.
O desenho criado, que ainda posso ver.
O sentimento que ainda sinto...
A poesia não tem tempo, pois a vida não tem tempo. Independente de quando nós vamos ver,
escutar ou sentir, ela transmite o mesmo calafrio agora ou daqui a um século. Ela é intuitiva, e
só quem está no mundo paralelo dos loucos pode intuir. Me entende?
Ponha-se a dizer que sou louca e insiste. Mas quem dera se a massa não fosse tão
automaticamente unificada.
É porque através da poesia eu enxergo acima deste plano e somente quem prova da mesma
fruta sabe o gosto que ela tem. Possível é, mas até o senso comum chegar a este reino
desconhecido, pode demorar - até mesmo porque, ele não quer...é errônio em seu conceito.
O poder da arte, de transformar, está vivo.
Mas por enquanto, meus devaneios são apenas desejos que vêm espontaneamente fora da
realidade e do tempo.

28 de julho de 2008

Visão imparcial sobre o exagero no jornalismo.

Durante anos as notícias eram transmitidas apenas para manter-nos informados de alguns fatos- a princípio apenas das redondezas de vilas- através dos famosos folhetins. Muitas das vezes estes pequenos informativos contavam apenas as novidades das famílias coloniais e faziam algum tipo de propaganda. Com o passar dos anos, estes folhetins sofreram mudanças; não simplesmente por um acaso.
Até então, os jornais não tinham periodicidade e a distribuição dos folhetos era gratuita, em sua grande parte. Mas com a chegada de um novo público aqui no Brasil, outro tipo de informação foi sendo necessário.

Como nosso país passa a abrir os portões para a comercialização e a partir de então se tinha uma espécie de acordo com a Inglaterra, notícias de outro gênero precisavam chegar até nós, tanto é que, o primeiro jornal brasileiro surgiu em Londres para a difusão das matérias inglesas aqui no Brasil. Foi o chamado “Correio Braziliense” criado por Hipólito da Costa. O jornal ganha personalidade em nosso país e passa a ser comercializado, sendo publicado com datas específicas. Por conta deste fator, a linguagem impressa passa por uma enorme metamorfose, a estética e o espaço também, assim como sua tiragem; podemos dizer que se começa a vender a informação, de um certo modo.

Isto fica mais nítido no final dos anos 20, quando começam a surgir as revistas. Mais precisamente em 1928, quando Assis Chateaubriand, criou “O Cruzeiro”, que foi a responsável por toda uma reformulação estética e metodológica no jornalismo.
O diferencial era: textos mais curtos, marcantes, fotos grandes que deixavam muito mais fácil ao leitor, associar imagem à palavra. Na época, foi um fenômeno.
As cores e imagens não só impressionavam o público, como também provaram que realmente proporcionaram sucesso: a revista vendeu quase 800,000 exemplares.

O aparecimento da televisão no Brasil, nos anos 50, também foi fundamental para a disseminação do jornalismo como produto. Como foi criada com base no cinema, ela tinha o intuito de entreter. A primeira transmissão televisiva foi experimental e mostrava cenas do Congresso Eucarístico, realizado na cidade de Juiz de Fora- Minas gerais e o jogo de futebol entre os clubes Bangu (RJ) e Tupi (time local).
Mas, como ela teve um crescimento rápido e o melhor: misturava voz à imagem, com certeza seria um meio fundamental e excelente para transmitir as notícias que até então haviam somente em jornais e revistas.

Hoje, a televisão como um meio magnífico de criação de padrões, alerta as tendências pelas quais as pessoas devem seguir. É através da mesma que nos vemos como parte da sociedade e por meio disto que muitos ganham (afinal, é um meio de divulgação de idéias essencial).
Exatamente por isto que até mesmo as informações que tínhamos de forma básica estão sendo modificadas. É raro ter um dado cem por cento puro.

No jornalismo vemos muitas informações alienadas para vender audiência ou formar opiniões, pois o que se comercializa são conceitos, palavras e pensamentos- e não algo físico. Nele, o exagero aparece no sensacionalismo, em caricaturas, campanhas políticas e também em charges.

Por conta dos fatos em que a humanidade viveu ao longo da história, passou-se a vender a informação, e hoje ela nada mais é do que mais um outro produto. Numa sociedade capitalista isto ocorre/deve ocorrer, pelo simples fato de precisarmos vender para não poder perder este nosso produto à concorrência.
Este, também, é o verdadeiro significado do porque da existência da atual luta pela audiência.

Roberta Cortez

31 de maio de 2008

Percepção

se comigo tá tudo bem? maravilhoso!
ultimamente as coisas estão dando certo e hoje parei pra pensar bem nisso. eu sou muito exigente comigo mesma e às vezes, de tanto ficar me cobrando das coisas, esqueço das que mais me fazem feliz. me preocupo com cada milímetro das coisas que faço e monto momumentos arquitetônicos na minha cabeça por uma coisa, muitas vezes, banal. mas também uma única flor me faz ser a pessoa mais feliz do mundo.
um exemplo um tanto quanto romântico, mas é só pra vocês sentirem a dimensão da minha mente. eu quero, preciso, sinto a necessidade de observar e ser observada. e também de despertar sensações nas outras pessoas. e hoje, ao levantar, revivi minha essência: senti a presença dos menores seres pelo ar e eles me mostraram novamente meu reflexo.

a oficina de expressão corporal foi maravilhosa, com o professor wanderley, um dos mestres da universidade. acordei em pleno sábado 7 horas da manhã só pra ir lá; muito bom. através de gestos, sentimos as vibrações passeando pelo ar, e com os pés no chão daquele palco, conseguimos energizar o lugar em que estávamos pisando e trocamos forças. o corpo é o que te entrega para o mundo, é o que te dá oportunidade de expressão, das pessoas saberem como você é, com simples movimentos. e o palco é o local onde você pode fazer isso livremente, especificamente para o seu próximo observar. é necessário que nos entreguemos à ele. e foi isso que eu fiz. quando me senti liberta lá em cima, me comuniquei com todo o restante das pessoas sem dizer sequer uma palavra.
depois, fui trabalhar melhor do que nunca. pelo caminho, vi palhaços assoprando bolhas de sabão naqueles passarinhos de brinquedo...mas isso não foi o que me chamou a atenção. o que me despertou olhares é que no ponto de ônibus, todos as pessoas adultas davam risadas e olhavam umas para a cara das outras. e há poucas semanas atrás vi uma cena parecida: palhaços, rua, só que pessoas cinzas, sem sorriso nenhum no rosto.
essa diferença me deixou feliz.
quando cheguei na empresa, cumprimentei os outros funcionários e uma pessoa muito especial, mas vi que ela não era aquela coisa única, embora tivesse um lugar especial na minha alma. me senti leve e sem culpa perante seu sorriso, pois sei que somos semelhantes.
assisti à uma palestra com o professor gretz, sobre inteligência espiritual. ele é palestrante à quase 30 anos e é o escritor do livro "o vôo da águia". recomendo totalmente pois ele nos faz perceber o quanto podemos ser bons não só no ambiente de trabalho, mas também por toda a nossa vida: devemos viver o agora, pois as coisas que mais nos deixam com o o coração em agonia são as mágoas que guardamos do passado, a ansiedade no presente e a preocupação demasiada com o futuro. às vezes deixamos de viver o presente por estarmos construindo nosso futuro, como se a vida comessasse somente quando terminássemos com nosso objetivo central. e de tanto que nos preocupamos em construir para depois viver, nós vivemos construindo e morremos sem desfrutar do processo de construção.
tudo na vida é belo, qualquer processo deve ser aproveitado. pois não deixa de ser um pedaço de nossas vidas.

então, o meu dia foi marcado por grandes momentos, pois ficou claro que há outras pessoas que pensam como eu. e também porque um fator na minha mente está esclarecido. sei que todos esses conselhos em forma de aulas, oficinas e palestras foram respostas que eu estava pedindo e precisando. vou continuar seguindo minha vida como sempre segui, independente da opinião alheia mas sempre respeitando todos e ao meu espaço. entretanto, não mais me preocuparei no "será".

5 de maio de 2008

O Sonho de Cassandra



Se você quer assistir um filme que te faça parar para refletir, em seu "eu" mais obscuro, achou o correto! Com atmosfera densa, quase que sombria, clima de suspense e culpa...o longa tem tudo para além de despertar a nossa atenção, fazer com que analisemos cada atitude dos personagens.O diretor Woody Allen fez questão de fazer transpassar o lado negro das pessoas, do pensamento humano. Desejo de status, muito dinheiro e luxo, é extremamente comum nos dias atuais e Allen soube exatamente como descrever estes aspectos sociais, além de destacar até que ponto alguém pode chegar para obter tais ambições. O filme é estrelado por Ewan Mcgregor e Colin Farrel, que juntos interpretam, respectivamente, os irmãos Ian, sempre afundado em dívidas e Terry, um fanático por jogos.
Embora o senso comum vá contra os fatores apresentado no longa, são situações comuns em nosso cotidiano, e o diretor põe em evidência, mostrando que as pessoas podem fugir da moral e dos princípios para alcançar seus objetivos.


Observamos isso quando Ian (Ewan Mcgregor) se apaixona por uma bela e jovem atriz chamada Angela, interpretada por Hayley Atwell. Ian vive num mundo de aparências, e se vê totalmente perdido neste momento, pois quer conquistar sua estabilidade financeira a todo custo-seja por bem ou por mal. A partir daí, Howard (Tom Wilkinson), tio dos irmãos, chega à cidade. O homem é um empresário bem sucedido e os dois rapazes vêem a chance de sair daquela situação. Mas os problemas apenas começam.


Howard está a um fio para ser preso, pois toda sua finança está sob investigação policial. O empresário pede então, que Ian e Terry assassinem o acusador em troca de sua ajuda financeira. E é neste instante que vemos os vários limites em que os dois chegam, juntos.


Na minha concepção, o filme, que não foge da realidade atual, embora tenha um roteiro basicamente simples, é bem impactante. Inclusive seu título me pareceu bem interessante: O barco que os dois rapazes compram para obter status, dentro da história, chama-se "O sonho de Cassandra" e na mitologia grega, Cassandra é a portadora das más notícias.

Assistam, está fresquinho! Aí vocês me contam o que acharam.

por Roberta Cortez

3 de maio de 2008

Sobre memórias...


Bons tempos que me recordo...Tenho saudades de muitas coisas.
Mas não a saudade de algo que se foi; sede eterna de algo que dura pra sempre.
Eu guardo na memória sem pensar que já passou. Tenho meu baú com vários tesouros e são eles todos, sem excessão.
Aprendi a lidar com as coisas, as situações. Ou ainda estou aprendendo. Mas de uma coisa eu sei: de tudo o que foi vivido, nós podemos passar por melhor, e por isso, não posso me desfazer de certas lembranças, como ocorre no comum. Não podemos menosprezar o passado pois ele aconteceu, de fato.
Hoje me recordo de tudo e sorrio...não me importa se isso me faz bem, mal, se me fez perder tempo ou não; aliás, perder tempo eu não perdi. Tudo foi ganho...se eu não passasse por muitas coisas, o que seria de mim agora?
Se recorde como um fato que aconteceu e que sempre vai estar em constante mutação. Seremos hipócritas se dizermos que o passamos foi incorreto. Afinal, nos fizemos isso um dia. Já foi certo para nós, em algum momento.
Pode não ser o ideal pessoal, atualmente, mas serviu como um item primordial para o que somos hoje. As lembranças...passado que me construiu e constrói. Me sinto livre, e não aprisionada por culpa de uma determinada passagem.
Vivi e vou viver. Ainda bem.

23 de abril de 2008

Filosofia do ego subalterno

a ambição é algo eloqüente, pode se virar contra ti; ela nunca deve dominar seu ego, o que costuma acontecer.
o ser humano é cheio de prepotência perante uns aos outros e, como fato, ocorre a cada dia, hora, minutos e segundos, a frustação, medo e o rancor.
a mentira é algo que também acompanha o intuito do amor-ser. quando uma pessoa deseja muito alguém, pode visualizar somente seu querer, seu objetivo, de forma a ser inconstante. o sentimento é confundido: perspicácia ou emoção? puro e divino sentimento, não.
nossa espécie tem como foco a conquista. de qualquer ponto de vista. as vezes algo estratégico pode satisfazer seu pensamento insatisfeito, porém não sua alma, que está alimentada de sensações cegas. alienada de auto-prazer.
quando temos algo em mente, porque não fazê-lo? mas nos limitemos a isso, já que o resto é apenas sujeira, complemento desnecessário que pode proporcionar euforia pessoal, porém causará grande desafeto ao outro ser, que por sinal é seu semelhante.
vivamos às custas de selvageria e barbárie? deveríamos. quando comparamos um bárbaro à uma besta, erramos; afinal, nem todo bárbaro é besta, embora toda besta seja bárbara.
os mesmos não se incumbem de flagelar situações, pois sabem o quão ruim é o auto flagelo. e ao fazermos isto não pensamos como nós mesmos, embora saibamos da dor. é como se fosse uma imensa venda doentia que acompanha séculos, desde que passamos à não ser "bárbaros", infelizmente. temos ciência de determinada sensação, mas não sou eu quem a sinto mesmo...
pouco importa a opinião alheia a respeito da diferença entre todos nós, pois na verdade somos da mesma espécie, pouco importa se você estaria sendo suficiente para determinado alguém. para quê a informação? há coisas que deveríamos nos limitar a saber. e pouco importa também seu objetivo de eliminação de fatos (que são pessoas). o que importa édeixar claro de que se nada disso importar, estaremos expondo o necessário, sendo jamais enganados, pois cada coisa será feita no momento correto, será dita no instante ideal, dái então o pensamento ao lado não influenciará na sua existência e nem o seu no de uma outra pessoa, pois o que ela precisava saber, já foi dito. e o que não havia fundamento em ser passado, simplesmente para se criar uma situação, não existiria; desfazendo qualquer tipo de ilusão e fazendo com que vivamos numa linha de pensamento primitiva.
não ignorante, mas sim, em sua matiz. essencial e inteligente, por conseqüência da evolução humana. e como deve ser.

por Roberta Cortez

1 de abril de 2008

Ilusões

Minha alma tem muitos brinquedos com os quais ainda eu não sei jogar.
Às vezes eles surgem de repente em forma de qualquer coisa, de qualquer pessoa; e eu, como um feto ou até mesmo uma semente no seu estágio mais subdesenvolvido,não sei o que fazer em nenhuma dessas situações.
Mereço amadurecer e apenas preciso d'um regador para me cultivar.
E se eu desaparecer agora? O que será que as pessoas dirão? Pode ser que, como mais uma birra, seja o que eu queira...e pagaria o preço mais tarde.

Este é um momento único, só meu. O meu anjo da guarda me deixou "sozinha" para me transmutar e também modelar a minha situação. Se ninguém entende por eu ser muito clara, vou ter de viver sozinha com minha honestidade.

Eu sou uma criança indefesa, repleta de pesadelos que se misturam com belezas e fadas. Sim, posso estar acobertada por neve, mas meu rosto e feição, ainda são de "alice no país das maravilhas". Conheço muito bem a sua espécie, mas meu coração fantasiou esperança.
E eu vou continuar aqui, esperando no meu reino sombrio de cores.

Abra o baú e um dia poderá ver que eu jamais brinquei com o próximo, mas sim, comigo mesma.
E por isso, me isolo num jardim encantado...sem fim.

Roberta Cortez




20 de fevereiro de 2008

Expectativas superficiais.

Bons olhares, gosto ruim. Corpo cheio, vida perdida... O que você vê, realmente, não é o que você está ganhando.
Muita maquiagem, um pequeno colapso. Ela quer isso, ele tem isso. Sangue congelado, babado quente? expectativas superficiais. Olhe para mim! Você pode ter tudo pois sua face se mostra agora. Talvez, da próxima vez, use os seus óculos e me olhe melhor.
Eu sou a rainha do drama, caso isso seja o seu lance. Eu posso até mesmo fazer virar realidade.
Dinheiro falso, plástica real: estúpido cupido. Fantástico! Pensamento blasé...
Falando honestamente, o que você vê é o que você está esperando.
Amor acelerado, movimento lento. Sem ritmo porém, eu continuo embalando.
Antigo sentimento, novo começo.
Expectativas superficiais.
...Às vezes eu não reconheço meu rosto possuído. Eu olho no interior dos meus olhos e encontro desgraça. Minhas pequenas mentiras brancas contam uma estória e eu vejo que tudo isso não tem nenhuma glória.
Ih, rimou!

15 de fevereiro de 2008

Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street

Cara, não pude deixar de fazer uma resenha sobre este filme!
Pra quem ainda não sabe, Johnny Depp é o meu ator predileto; não apenas por ser gostosão do tipo “latino” (oh my god), mas sim, por ser versátil e ter uma expressão facial incrível quando interpreta seus papéis, o que é dificílimo de se ver. O longa reúne novamente o trio Tim Burton, Depp, Helena Boham, que na minha opinião, sempre dá certo.

Sweeney Todd (Johnny Depp) é o “barbeiro assassino” que volta para Londres pela primeira vez após uma tragédia que lhe levou a família. Agora é a hora e ele quer vingança, pois foi preso injustamente.
O filme é um musical e, particularmente, não gosto muito desse gênero...Mas acho que Burton conseguiu fazer o nosso amigo Depp cantar na hora certa; inclusive, em alguns momentos, me passou a sensação de que o ator está sendo irônico ao cantar, deixando a cena um tanto quanto cômica, porém genial.

A mistura das músicas, cantos, humor deveras negro e até um pouco grosseiro, me encantou! Apenas acho que o enredo poderia ser mais interessante, até mesmo porque, em alguns instantes, o filme corre o risco de entrar nos chavões americanizados. Ah, e as músicas também não são lá grande coisa...
Mas, como não sou fã de musicais, se vocês quiserem tirar isso como subjetivo, sintam-se à vontade! Se tratando de um gênero do qual não dou muita atenção, só pelo fato de estar fazendo elogios, já quer dizer que o filme é bom mesmo!

Enfim, o produto final ficou excelente, mas na minha opinião, se não fosse cantado seria excepcional! O visual e a perspectiva, de longe são dignos de Oscar. É magnífico como Burton tem “tato” para isso. Fiquei maravilhada com a produção dos atores e principalmente com o cenário!

O meu conceito sobre o filme foi este e tenho certeza que a maioria de vocês irão ter impressões bem parecidas.
Agora, cá entre nós: O diretor foi muito esperto ao levar a estréia do filme para 2007/2008.
Johnny Depp em um papel sinistro (um clássico), um filme à Lá halloween, e tudo isso em um musical, para provar que o cara é bom...Ele realmente quer que o ator ganhe o Oscar.

Será que esse ano vai?

por Roberta Cortez

27 de janeiro de 2008

Mãe Terra

É de ti d'onde vim e para ti vou voltar
E cá estou, com tudo o que me deste
Respirando a cada momento
Grata ao que me fizeste

Como filha não sei como retribuir
Sacrifício pode manchar teu nome
A vida aqui deve começar a fluir
Para no mínimo, saciar tua fome

Ar, água, terra, fogo
Minha querida mãe, sei que choras escondida
Mas nossa raça parece estar perdida

Embora abalada, a senhora persiste forte.
Todo o vosso ciclo é muito maior que o nosso
Deusa que devolve a vida, mas também laureia a morte.

22 de janeiro de 2008

Mulheres que curtem Rock n' Roll

Parabéns ao povo da comunidade do Led Zeppelin Brasil. =)
Eu não sou muito de dar opiniões em tópicos de comunidades no Orkut, prefiro ficar lendo e guardá-la pra mim! hehehe
Mas lá me senti super a vontade, porque você pode emitir sua opinião que, se alguém sentir necessidade, ela é discutida, mas sempre respeitada!

eis o tópico:
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=60640&tid=2578805794554844326&na=1&nst=1

e eis a minha opinião:
discutir feminilidade à vaidade, rock n' roll à estilo é complicado.o visual em si quando é muito exacerbado, se torna realmente bizarro, tanto em homens quanto mulheres, e tem pessoas que acham que vão se apresentar em algum show, quando saem pelas ruas (os glams e góticos sem noção ) rs. eu gosto de hard rock, mas não me fantasio! =P
o número de mulheres que curtem rock n' roll eh menor sim, só que na minha opinião, não podemos levar em consideração se ela se produz ou não, se pensa em produtos para o cabelo ou não. hahahae
outra, a relação modismo/rock n' roll teve seu ápice nos anos 80, mas não é tão atual. até nos anos 50; elvis conquistou milhões de fãs em todo o mundo, e não foi só por causa de canções eternas como "rit it up", mas também pelo seu estilo e visual. todas as garotas babavam e queriam homens como ele, e os rapazes queriam ser ele! até mesmo robert plant já declarou em entrevista: "eu queria ser o elvis no palco!". podemos dizer a mesma coisa com relação aos beatles, com a moda dos "terninhos", que na época, meu pai mesmo me disse: foi copiado por quase todos os rapazes do mundo! hehehe
a mulher, é claro, sempre foi bem mais vaidosa que o homem, então, no mundo do rock n' roll, isso não é diferente. de fato!
porém, existem mulheres e mulheres.....homens e homens.
só que o rock n' roll era considerado música para macho, principalmente nos anos 70, então eram poucas mulheres que ouviam. no mundo artístico inclusive, quase não se viam as mulheres no rock! salvo janis, rita, joan jett, lita ford (alguns nomes mais conhecidos).as que tinham acesso eram consideradas "não tão femininas", até mesmo por eles...acho que, provavelmente seja por isso, que até hoje existe um pouco de preconceito, a imagem feminina está ligada somente à aparênia, e o número de mulheres que curtam mesmo rock n' roll seja inferior ao de homens.

20 de janeiro de 2008

Mate-me, pois já estou morto. Matarem-me para o meu bem.

Vou postar um conto que fiz há algum tempo.

Eu gostava muito de fazer contos espíritas, de surrealismo, terror e suspense. Hoje eu já tenho mais o hábito de elaborar críticas (talvez por conta da faculdade), e de vez enquando escrever uma poesia. Mas enfim, quem quiser, pode ler. É um pouco melancólico...


É ele e apenas ele na sala.
Fumando o filtro do cigarro, o rapaz queima o dedo...e se vê sozinho.
Já não tinha mais planos, de tanto que vivia na mesmisse, de tanto que se acostumara com as coisas que lhe aconteciam. Entregava-se para sua própria solidão, ficava sempre ansioso com o banal e se apegava àquela coisa material de sempre, indo cada vez mais para o fundo do poço.
Ele sempre tinha os mesmos eventos para ir, as mesmas coisas à fazer, e não conseguia mais se ver sem aquilo. Achava que eram as amizades, mas não. Pensava que eram as coisas que estavam lhe cansando; também não. Supôs que poderia ser os lugares que estavam se tornando medíocres, mas estava enganado.
O que o estava deixando naquele estado de espírito monótono, era ele mesmo, que se entregava completamente aos espíritos insanos e ao pensamento comum. Seu humor era sempre o tédio. Tédio interminável.

A entrega ao material, o fazia aparentemente feliz. Dono de um ego fortíssimo, ele via que aquilo lhe trazia sempre mais atenção (mesmo que somente por interesse). Inconscientemente, ele se entregava...e não conseguia se conter.

Depois de tudo, se via ali, sem ninguém mais uma vez.
E perdido em meio ao seu próprio cotidiano, tudo o que fazia era automático; tudo se tornara hábito, e nada mais fazia sentido ou tinha importância. Sua alma estava neutra, até mesmo à sentimentos.

Sem mesmo perceber, o homem havia criado um ser deprimido dentro dele mesmo. E continuava querendo manter a aparência de que não precisava de ninguém à sua volta. Insistia naquilo, talvez para não admitir a solidão em que vivia.

O rapaz acreditava ser melhor do que qualquer um, simplesmente por pura pretensão e para satisfazer seu ego, e sempre que precisava de um favor, ele conseguia; afinal, todos sabiam seu nome. O “prêmio” para quem o havia ajudado,era simplesmente sua valiosíssima (e vazia) amizade. Deixava-se de lado qualquer outro tipo de valor humano e carinho.

Numa das últimas noites em que não agüentava mais se deparar com a realidade vinda depois do teatro que ele mesmo fazia, se entrega ao próprio charme, novamente. Dá-se à própria mentira, para voltar para casa sozinho, com um enorme espaço dentro de si mesmo.

Sorriso enorme. Cara de moleque, porém, sua barba por fazer. Mesmo sem que ele queira, a aparência é fundamental. Belas mulheres...Fundamental! Pessoas importantes...Fundamentais! Quem olhou através da sua alma, soube de suas incertezas e angústias.
O rapaz já não era um menino. Mas quando se encontrava sozinho e diante da realidade, se agoniava. Nem chorar mais ele conseguia. Como um homem, nunca compreendia que o amadurecimento não era nada daquilo que pensava; ele vem da alma!

Quando nos decepcionamos, vemos que muitos momentos foram superficiais: damos amor para apenas ter amor em troca. Na maioria das vezes, somos rejeitados, sendo muito mais penoso que qualquer outra coisa.
Provavelmente o homem solitário se apaixonou loucamente, e se sentiu “fraco”, rendido à algo mais forte que ele, que seu próprio ego. Ele não estava conseguindo controlar, pela primeira vez, os seus pensamentos, e não conseguia colocar uma máscara para ocultar o que realmente estava sentindo.
Virou escravo dos seus pensamentos e de suas atitudes, querendo se controlar a todo instante!

Ele então acorda, e resolve se distrair, desviar-se de pensamentos; dominar o adágio nessas horas é fundamental. Sai com os amigos, bebe uma cerveja, mas acorda com uma sensação parecida com a anterior.
O material é assim: o controle, o ego, a insatisfação, a máscara da realidade.
A vida é muito simples, o ser humano é que a complica.
Ela passa...e bem rapidamente.

Quando o homem deita, ele sonha com o amor, pela primeira vez de forma singela.Sonha com a sinceridade e com a igualdade de ser e estar no mesmo patamar que os outros. Para ele, poderia ser um pesadelo, mas por um momento ele aceita o que está passando diante de si. Sente que pode falar abertamente sobre o que está dentro do seu coração, do que está vindo de sua alma. E não importa o que virá do próximo.
Se todos tivessem a mesma atitude, o mundo seria diferente, e a evolução espiritual poderia ser bem mais simples...Então, porque não começar?
Alguém o chamava. Ele então, acordou novamente.
Não sentia mais nada.

A primeira coisa que viu, foi a mulher que havia se apaixonado; logo depois, seus amigos, sua mãe e finalmente, seu pai.E como ele se sentia bem agora!
Seu corpo estava inerte. Tão imóvel quanto como quando ele ainda tinha vida. Nunca mais ele despertou, pois todas estas pessoas fizeram ele ver o sentido de sua vida...Elas mesmas! E agora, ele estava em paz consigo mesmo.


Por Roberta Cortez

19 de janeiro de 2008

Janis Joplin



Minha eterna Deusa, faria hoje 65 anos.

A primeira mulher do rock n' roll, abençoada com uma voz tão sensual, angelical e ao mesmo tempo tão rebelde e agressiva. Quando entrava no palco, congelava a vista de quem a assistia com a sua presença de palco, embora ela tenha passado por muitos preconceitos por interpretar blues na década de 60, que era considerado "música para negro cantar". E ainda como mulher...a maioria não aceitava.

O curioso é que Jimi Hendrix foi alvo de preconceitos também, mas por tocar "música de branco", ou seja, o rock n' roll na época...muita pretenção, não? Música é alma, e não raça.

Ela foi rejeitada em muitos lugares, inclusive aqui no Brasil, por leigos que não a conheciam, não sabiam quem era ela. mas a alma de Janis sempre quis liberdade, e a capricorniana sempre seguiu o seu instinto e amor ao palco. Ela cresceu escutando sempre, muito blues e soul. E, alimentando sua atitude naturalmente rebelde, Janis se vestia como os hippies e poetas da época.

Janis Joplin morreu com apenas 27 anos, quando estava no auge de sua carreira, depois de lançar muitos sucessos, pois tinha muito acesso ao álcool e às drogas.

Faleceu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970.

Mas estará eternamente viva no meu coração.






Por Roberta Cortez

17 de janeiro de 2008

Hermes e Renato

Eu adooro os caras do "Hermes e Renato", eles sim, sabem como fazer uma sátira! Todo o sarro que eles tiram, é sobre algo que realmente acontece, é em cima daquilo que uma pessoa realmente é, e eles fazem de uma forma sarcástica e muuito cômica! Palhaço gozo, com relação ao Bozo (um palhaço totalmente pornográfico), Igreja Universal Loucuras de Meu Deus (os caras tiram uma onda até mesmo com o dízimo), Programa do Mal (satirizam vários personagens de quimbanda), Chapa Quente (mera semelhança com o apresentador Ratinho, no 190), e Claudio Ricardo Show, um programa de auditório com direito à calouros e tudo o mais...nele, até a propaganda tipo "mershan" está perfeita! uhahuauhauh



Clique no link abaixo para ver um trecho do Claudio Ricardo Show!http://www.youtube.com/watch?v=3_6m7HM7WzE









































16 de janeiro de 2008

Orgulhosamente Terráquea

eu amo a vida e o que ela me traz
eu amo a luz do sol quando o dia amanhece
amo escutar o cantar dos pássaros
amo o cheiro de praia e ouvir o som do mar
mas amo também a chuva, a tempestade
e o poder que ela tem de lavar
eu nasci dela e pra ela vou voltar

eu faço valer a pena cada sorriso e cada lágrima em meu rosto
o toque da minha mão sobre a pele de quem eu amo
eu gosto das pequenas coisas da vida
pois elas são as que mais me trazem alegria
eu amo ver sorrisos, flores, terra, grama
fazemos parte delas e de quem nos ama

eu sei que tudo na vida terrena passa
sei também que o bem e o mal vivem numa balança
o amor e o ódio se equilibram entre si
após o caos sempre vem a alegria, a esperança

olhe para alma do amigo, da planta, do animal, do seu irmão
você entenderá o sentido da vida, seu sabor.

Marketing Filosófico

Logo começam as aulas da faculdade novamente...
Pra quem não sabe, faço publicidade e propaganda, e eu estava me lembrando das aulas de marketing. Me veio algum pensamento à respeito disso.
O ser humano precisa acreditar em algo que seja maior que ele, para obter explicações que ele não possui, ou até mesmo para buscar novas respostas para aquilo que ele não aceita, além de sentir a necessidade de se apegar a algo que o faça bem, fazendo com que orações e hábitos de ir à igreja, por exemplo, sejam um ritual imprescindível, podendo chegar a ser uma obrigação.A maioria das pessoas que já têm uma família, ainda vive através desta suposta obrigação. A tática utilizada pela maioria das igrejas que tem templos como instituição é a de pesquisar sobre o que cada indivíduo precisa. As pessoas têm necessidades diferentes, por isso é imprescindível conhecer a aspiração de cada um. Um exemplo disso é O Congresso Empresarial da Igreja Universal do Reino de Deus, que é uma forma de reunião voltada especificamente para empresários, comerciantes e pessoas com dificuldades financeiras comuns, que acontece nas segundas-feiras. A divulgação acontece durante todo o fim de semana através dos programas televisivos da Igreja.
Há também livros nas portas de alguns templos, para que as pessoas coloquem o que precisam ou desejam para melhorar suas vidas.Sabendo o que cada um necessita, fica mais fácil despertar o interesse particular, e é passada a idéia de que a instituição tem o poder de pressagiar seus anseios. É a técnica do falar o que se quer ouvir, onde o segredo é tratar do mau terreno, apresentando solução terrena: dinheiro para quem precisa de dinheiro, família para quem precisa de família. É como se fossem satisfazer todas as vontades que se têm.
É comum ouvirmos depoimentos de pastores, tais como: "Nós somos os únicos que ouvimos o clamor do povo."Ao propagar a cura para todos os males, tanto materiais quanto espirituais, percebe-se um marketing com o fator de persuasão em massa.
Cada fiel que contribui finaceiramente, se vê cada dia mais nesta obrigação, caso contrário, em sua linha de raciocínio, estará sendo ingrato à Deus e poderá perder o que havia conquistado por conta disto. Daí então, surge o hábito de freqüentar e dar o dízimo. Por isso que, muitas igrejas conseguem seguidores fiéis e leais apenas à sua instituição.
Além de conquistar, eles sabem muito bem como alimentar e nunca perder seus "clientes" para a concorrência.

Não discutindo sobre religião, e sim, marketing.

Por Roberta Cortez

14 de janeiro de 2008

Breve pensamento

Cara, quero que as pessoas sejam humildes.
Se estão tristes, digam; se estão felizes, falem!
Elas precisam se afirmar. Num mundo infestado por mortos-vivos, a luta pela sobrevivência carrega modificações, e nunca sabemos o que é o que.
As pessoas querem estar perfeitas não para si, mas sim, para as outras!

Eu vou sabotar...

Você vai se azarar
O que eu não ganho eu leso
Ninguém vai me gozar, não jamais !!

Eu vou sabotar
Vou casar com ele
Vou trepar na escada pra pintar seu nome no céu

Sabotagem !
Sabotagem !
Sabotagem !

Eu quero que você se top top top ... uh!

Ninguém vai dizer
Que eu deixei barato
Vou me ligar em outra
Te dizer bye bye até nunca jamais!!!



Os mutantes

Espelho

Tu sabes bem
E eu também
De toda amargura.
E os devaneios que se foram sem que notássemos
Temos os mesmos planos
Encontremos a cura!
A sua dor, é a minha dor
Sem que possa saber
Teu sentimento posso conhecer
Fico padecendo quieta
Juntamente com a saudade pervertida
A sua dor quer me envenenar
Mas não te culpo, aceito, corrompida
Não somos apenas amantes...
Temos manchas
Embora mesmo distantes.









apesar do que restou
sinto um cheiro, onde estou?
vaga mente, vagaluminosa
paira no ar, mas nunca como prosa
diante do milagre
cara a cara por um instante
mil lanternas na minha face
não me parece confortante
mas a vitória sempre vem
digo, imaginamo-la no além...