16 de junho de 2009

Tempo não é dinheiro.

Em um mundo tão conturbado como o atual, cheio de coisas para fazer, as pessoas estão se sentido muito carentes em todos os sentidos. Assisti à uma palestra do Flávio, integrante do Grupo SantaGente e escritor do livro “Entrevista com o Relógio”, que abordou um problema muito comum em nossa sociedade, mas que as pessoas têm muita dificuldade em encontrar soluções: a falta de brilho em nossas vidas, decorrente da falta de tempo. Este tipo de obstáculo é o mal do século e pode acarretar tanto em nossa insatisfação profissional quanto pessoal.

Observando que o povo contemporâneo sofre desta “doença”, Flávio resolveu sair às ruas pesquisando o que cada um de nós perguntaríamos à um relógio, e assim, editou seu livro. Com bases em psicologia, o palestrante percebeu que, através das perguntas, o que mais nos falta é nossa valorização. No mundo profissional, principalmente para nós universitários, ao exercermos uma carreira, o que mais nos falta é um ponto de partida, um propósito: o que fazer após o curso? Precisamos ter um foco, e principalmente entender do que vamos tratar. O importante é fazer as pessoas entenderem o que eu falo e não do que eu falo.

Flávio também contou um pouco sobre a concepção de “ânimo” que também é uma das coisas que falta no ser humano, conforme sua análise dos indivíduos. Essa palavra vem do latim ânima, que significa “alma”. Uma pessoa sem ânimo é uma pessoa sem alma, sem vida, desmotivada. Sem motivo não há ação. Nós temos de nos doar ao mundo. Fazer algo inédito, diferente.

Percebi que isso é um conjunto e é exatamente por este motivo que devemos valorizar a união. As pessoas disputam entre si a todo momento e, por isso, pensamos muitas vezes apenas em nós mesmos. E se não se compõe união, compõe-se fração. A fração desintegra-se, por isso é necessário entender aonde se quer chegar e traçar um objetivo, mas sempre trabalhando juntos.
As pessoas dependem de você e você depende das pessoas. Muitas vezes estamos presos ao chão pois não pensamos à frente. Guardamos o passado, diferente das crianças, que não guardam mágoas, por exemplo.

Não podemos desistir perante às dificuldade, o que também é um dos principais problemas que ocorrem conosco, diante de uma situação desafiadora. É necessário correr riscos! Intenção sem ação é ilusão. Mas e quando ficamos indecisos entre duas situações e nos tornamos inseguros? Como decidir? Simples! Decida-se com bom senso e bondade, tanto com relação a você, tanto em relação aos outros. Isso que estou dizendo não é uma questão de auto-ajuda, mas de personalidade e de união (volto a dizer) da sociedade.

Desistir nunca, ter amor ao que se faz e arriscar, mas isso não uqer dizer que você deva deixar de pensar grande e diferente. Nós temos luz própria, mas não devemos ser egocêntricos.
Afinal, o mundo se interessa quando você faz por ele.

Quem quiser entrar na comunidade do Orkut do grupo do Flávio, ta aí:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=34512961

7 de junho de 2009

ÉTICA X MORAL

Ética e moral andam juntas, mas não são a mesma coisa. Elas podem fazer parte uma da outra.


A ética é, como um todo, a teoria que estuda o aspecto moral e define seus conformes perante uma sociedade. Já a moral é um comportamento humano. Assim como temos comportamentos alimentares, sentimentais, temos um comportamento moral. Ou seja, a ética é a ciência que estuda a moral. Como um conjunto, a ética é uma característica inerente a toda ação humana e, por esta razão, é um elemento vital na produção da realidade social. Todo homem possui um senso ético, uma espécie de "consciência" baseada na sua moral, estando constantemente avaliando e julgando suas ações para saber se são boas ou más, certas ou erradas, justas ou injustas de acordo com a mesma.

Existem sempre comportamentos humanos classificáveis sob a ótica do certo e errado, do bem e do mal. Embora relacionadas com o agir individual, essas classificações sempre têm relação com as matrizes culturais que prevalecem em determinadas sociedades e contextos históricos.
A ética está relacionada à opção, ao desejo de realizar a vida, mantendo com os outros relações justas e aceitáveis. Via de regra está fundamentada nas idéias de bem e virtude, enquanto valores perseguidos por todo ser humano e cujo alcance se traduz numa existência plena e feliz.


Entretanto, para se chegar a esta afirmação, pesquisadores do conhecimento dedicam-se à este estudo por centenas de anos. Sociólogos, psicólogos, biólogos e muitos outros profissionais desenvolvem trabalhos no campo da ética e hoje em dia temos uma definição mais precisa.
Hoje, fica claro que a ética nada mais é do que um padrão de comportamento à se seguir, feito por nós mesmos e que varia de acordo com cada cultura - muitas vezes o que é certo na américa, é errado na ásia e assim por diante. A moral é a verdade, o que pensamos independente desses valores, não importando a sociedade ou nação.