28 de novembro de 2011

Cultura de Massa (Capital-Industrial)

As mudanças dos hábitos culturais propícios de um povo se deram com a chegada da industrialização, mas acima disto, com o surgimento do capital. A cultura original de uma massa compromete-se conforme a história do comércio se movimenta e evolui, já que as ferramentas de influência de tornam cada vez mais fortes, potentes e eficazes e o estilo de vida, mais enraizado, onde os filhos já nascem dentro do sistema que os pais aprenderam a viver, encarando aquilo como realidade absoluta; os tipos mais comuns de meios de comunicação em massa, hoje, são: televisão, internet, rádio, jornal, etc.

A cultura contemporânea de grande massa é produto da influência capital-midiática (onde a mídia se torna o meio de indução capitalista). Ainda nos tempos atuais, o meio de comunicação que mais pode nos influenciar é a televisão, através de novelas, propagandas, programas, realy shows, nos passa um comando daquilo que um determinado grupo faz, do que esta “na moda” ou que “o que os ‘melhores’ ou mais famosos fazem” ou “qual programa que todos assistem”, e a partir disso, somos influenciados conscientemente ou inconscientemente a comprar determinado produto, agir de uma determinada maneira, comer aquilo que “eles” querem, e até mesmo se divertir de uma maneira específica. A internet pode ser considerada o segundo meio mais influente, pois dissemina os modos impostos pela TV, através do próprio usuário influenciado (como uma espécie de marketing viral).

A necessidade de estar em um grupo fica cada vez mais evidente conforme a Cultura da massa é moldada, já que a influência da indústria capital individualiza os seres (pagodeiros ou roqueiros, pobres ou ricos, bonitos e feios, etc). O indivíduo precisa se reafirmar de alguma maneira perante as pessoas, caso contrário, não é reconhecido de nenhuma maneira. A alienação é quando essa necessidade passa a fazer parte do modo de vida da pessoa, sem que ela se dê conta disso. Ela passa a fazer parte daquele universo e perde o senso crítico, aceitando a tudo o que lhe é oferecido.

27 de novembro de 2011

Sistema Solar Binário

Duas estrelas no nosso Sistema Solar?


Grande parte dos Sistemas Solares do espaço possuem dois sóis, chamados de “estrelas irmãs”; mas esta não é uma regra absoluta. Obviamente, existem sistemas formados através de apenas uma estrela, como é o caso do sistema que abriga o nosso planeta Terra, gerado apenas pelo Sol que vemos.

Entretanto, há um tempo atrás, fiquei sabendo que um pesquisador chamado Richard Muller afirmou que teríamos sim uma outra estrela em nossa família planetária. Esta estrela se chamaria Nêmesis, uma anã vermelha, já na fase final de vida. Não foi preciso muito pra que eu questionasse essa afirmação. Não sendo pretenciosa, até porque não sou astrônoma nem cientista, mas observo muito os fenômenos do céu desde pequena e acredito que todos os que fazem o mesmo pensariam no mesmo que eu pensei: o Sistema Solar no qual nos encontramos foi originado através do Sol que conhecemos e, dentro deste sistema, não existe mais nenhuma estrela.

Mesmo que ocorram influências gravitacionais de uma estrela próxima (no caso, Nêmesis), ela não estaria dentro do nosso Sistema Solar. Pode ser que o Sol seja filho desta suposta estrela, por isso sofre tais influências, mas vocês devem concordar comigo que se o filho deu origem a um sistema independente, é a única estrela de seu sistema.

Contudo, mesmo o Sistema Solar ainda não tendo outra estrela, a não ser o Sol, quero que fique claro que acredito sim na possibilidade de, futuramente, ele poder ser um Sistema Binário. Isto porque, devemos levar em consideração que outra estrela pode estar se desenvolvendo aqui, neste instante. E se a companheira do Sol fosse Júpiter?

Na minha concepção, nosso Sistema Solar pode ser binário sim, mas futuramente. Como sabemos, os fragmentos que uma estrela expele depois de sua explosão originam os planetas e, alguns desses corpos podem dar origem a uma nova estrela, num mesmo sistema planetário. E Júpiter tem tudo pra ser o candidato. A atmosfera do planeta é composta em grande parte de hidrogênio e hélio (elementos químicos básicos que compõem uma estrela), incluindo também a amônia. Além disso, a proporção dos elementos é bastante similar à de uma nebulosa solar primordial. Penso que Júpiter apenas não se tornou uma estrela, porque sua massa ainda não é suficiente para elevar a pressão e a temperatura dos gases e gerar uma reação nuclear (ou explosão).

De uma forma resumida: Nêmesis pode ter gerado o Sol, por isso o influencia gravitacionalmente, mas, de fato, não faz parte deste Sistema Solar. Nossa estrela criou um sistema planetário exclusivo só pra ela e nesse sistema ainda não há outra estrela, fora ela mesma. Por isto, este Sistema Solar NÃO é Binário... mas poderá ser! Na minha concepção, quando Júpiter criar massa suficiente para poder reagir e brilhar.

7 de novembro de 2011

NATUREZA & QUÍMICA

Certamente você já deve ter ouvido alguém separar a palavra “química” da palavra “natureza” ao tentar defender plantas alucinógenas dos argumentos relacionados à drogas de laboratório. Eu, inclusive, sou uma delas. Entretanto, tudo na natureza causa reações químicas em nosso organismo, até mesmo um copo d’água, uma fruta ou ainda o oxigênio que respiramos.

Na verdade, quando separo química de natureza, faço com o único objetivo de simplificar o entendimento daqueles que são mais leigos, em relação à diferença que uma prática milenar pode ter se comparada a uma criação recente e ainda pouco aperfeiçoada pelo homem. Isso facilita o modo de pensar, ressaltando que de um lado, temos um estimulante mais preciso e verdadeiro e, de outro, algo que pode causar mais reações transversais que efeitos plenamente válidos para as experiências ligadas à psique.

Se eu disser à uma pessoa que não tem conhecimento algum sobre drogas que tanto a maconha quanto o cigarro industrial causam reações químicas, certamente ela irá confundir as coisas, sem conseguir ver a diferença dos efeitos de ambos; e o pior: ainda poderá justificar o uso da droga legalizada por ser tão “natural e inofensiva” quanto as criações da terra. Que a maconha não causa dependência física e nem psíquica, nós sabemos (e que o cigarro industrial é disto o oposto, também). E para ilustrar o quão mais potentes podem ser os efeitos colaterais de uma droga manipulada, estes termos podem ser apropriadamente aproveitados para diferenciar tais grupos.

A individualização dos termos "químico" e “natural” ajuda a caracterizar com facilidade os efeitos colaterais de uma criação recente e imperfeita, que, obviamente, causa no corpo humano, reações muito mais adversas, desde alergias, dependências, tonturas, diarreias e tantos outros efeitos fisio-químicos que nossa medicina conhece. Você pode fazer uma comparação entre benefícios e malefícios e verá que precisará utilizar com muito mais cautela uma droga manipulada, quando o assunto é reação adversa física. Obviamente, estas drogas também são necessárias em muitos casos em nossas vidas, mas deve ser advertida neste aspecto. Já quando tratamos o lado psíquico, as plantas podem ter um efeito alucinógeno muito maior que as outras drogas, mas neste caso, o efeito passa para a questão mental do indivíduo. A erva ou raiz poderia nos dizer se ele estaria preparado ou não para aquele tipo de tratamento, mas não traria muitos danos ao seu corpo.

A individualização dos termos ainda deixa claro o grau de poder que ambos os tratamentos teriam sobre o homem. De um lado, temos uma sabedoria ancestral, presente na Terra bem antes da raça humana pensar em existir. Do outro, temos experiências recém criadas, drogas novas, elaboradas por nós, aprendizes da racionalização, recém chegados neste mundo. As plantas e fungos estão no planeta há mais de 2 bilhões de anos antes do homem e, por esta razão, conhecem este solo muito melhor que nós. Logicamente que de uma forma diferente, mas vivem e compartilham desta energia muito antes de pensarmos em ser uma espécie.

No princípio, tudo na terra era rocha derretida que, depois de um tempo, foi solidificada pelos ventos e chuvas, causadas pelas nuvens formadas pelo calor das erupções vulcânicas. As primeiras formas de vida do planeta foram as bactérias, vidas unicelares que continham DNA, molécula fundamental da vida. Em meio aos primeiros oceanos, se desenvolveram as primeiras formas de plantas, os musgos e algas. Somente cerca de um milhão de anos depois, com algumas variações do nível da água, que as plantas tiveram a possibilidade de se desenvolver nos solos e as primeiras espécies de peixe puderam se adaptar ao meio terrestre, dando origem aos primeiros anfíbios. Mas ainda sim o ser humano não iria surgir. Nosso planeta ainda sofreu extinções e secas. Anfíbios se tornaram répteis que surgiram e desapareceram através das eras. Somente depois de milhões de anos após o desaparecimento dos dinossauros o homo sapiens se desenvolve como espécie.

Nossa raça se desenvolveu e estudou toda a historia da Terra, incluindo a ascensão e declínio de todas os seus períodos e civilizações. Esta é uma prova concreta de que chegamos bem depois, mas justamente para estudar o processo de simbiose natural pelo qual as demais espécies passam. Vivemos nesta era para observar e nos instruir. Por este motivo mencionei acima que somos aprendizes e que nossas criações são imperfeitas perto dos efeitos perfeitos já existentes criados pela natureza; a tecnologia de deus. Então, fica fácil perceber que o termo NATUREZA versus QUÍMICA é empregado para comparar o poder de criação do homem em relação ao de deus.